As suspeitas que alimentaram a polémica em torno da remoção de amianto na antiga Escola Secundária de Cascais não tiveram a confirmação de que existiria um perigo para os alunos da nova escola. As autoridades competentes prestaram esclarecimentos e a obra prosseguiu depois de corrigidas as inconformidades identificadas. Afinal, como defendemos desde o primeiro momento, havia razões para confiar nas explicações das autoridades e não para alimentar o alarme que se instalou.
Desde o início, a Proteção Civil de Cascais garantiu que os trabalhos decorriam nas antigas instalações, afastadas do edifício onde decorrem as aulas, e que não existia motivo para preocupação relativamente à segurança da comunidade educativa. Os esclarecimentos das entidades competentes vieram reforçar a importância de analisar os factos com serenidade, sem transformar dúvidas e suspeitas em certezas.
Nunca esteve em causa a necessidade de cumprir rigorosamente as normas de segurança.
Tal como afirmámos desde o início, consideramos que a diretora teve um comportamento alarmista e irresponsável na forma como transmitiu as suas preocupações à comunidade escolar. Perante um assunto tão sensível, a responsabilidade exigia ponderação, rigor e confiança na intervenção das entidades competentes, em vez de uma comunicação suscetível de aumentar os receios das famílias antes de estar devidamente esclarecida a situação concreta.
O que verdadeiramente nos preocupa é que este episódio tenha servido para alimentar uma campanha de política populista e de baixo nível, utilizando o medo dos pais e a preocupação com a saúde das crianças para atacar a autarquia. Quando estão em causa famílias e alunos, a responsabilidade deveria estar acima de qualquer interesse político. As dúvidas devem ser esclarecidas, as falhas corrigidas e os factos respeitados, não explorados para obter dividendos políticos.
Também nós fomos alvo de ataques por parte de alguns "opinadores" da nossa praça, que colocaram em causa a independência do Cascais em Reflexão por termos defendido uma posição coincidente com a das autoridades competentes. É uma acusação que rejeitamos. A nossa posição não resulta de qualquer alinhamento político, mas da análise que fazemos dos factos e de um princípio simples: o bom senso.
Se a nossa opinião coincide com a das autoridades, quando estas apresentam argumentos que consideramos fundamentados, não temos qualquer razão para fingir o contrário. Não precisamos de discordar da Câmara para provar que somos independentes. Precisamos, isso sim, de continuar a pensar pela nossa própria cabeça, tal como temos feito ao longo de todos estes anos que temos andado por aqui.
Desde o início, a Proteção Civil de Cascais garantiu que os trabalhos decorriam nas antigas instalações, afastadas do edifício onde decorrem as aulas, e que não existia motivo para preocupação relativamente à segurança da comunidade educativa. Os esclarecimentos das entidades competentes vieram reforçar a importância de analisar os factos com serenidade, sem transformar dúvidas e suspeitas em certezas.
Nunca esteve em causa a necessidade de cumprir rigorosamente as normas de segurança.
Tal como afirmámos desde o início, consideramos que a diretora teve um comportamento alarmista e irresponsável na forma como transmitiu as suas preocupações à comunidade escolar. Perante um assunto tão sensível, a responsabilidade exigia ponderação, rigor e confiança na intervenção das entidades competentes, em vez de uma comunicação suscetível de aumentar os receios das famílias antes de estar devidamente esclarecida a situação concreta.
O que verdadeiramente nos preocupa é que este episódio tenha servido para alimentar uma campanha de política populista e de baixo nível, utilizando o medo dos pais e a preocupação com a saúde das crianças para atacar a autarquia. Quando estão em causa famílias e alunos, a responsabilidade deveria estar acima de qualquer interesse político. As dúvidas devem ser esclarecidas, as falhas corrigidas e os factos respeitados, não explorados para obter dividendos políticos.
Também nós fomos alvo de ataques por parte de alguns "opinadores" da nossa praça, que colocaram em causa a independência do Cascais em Reflexão por termos defendido uma posição coincidente com a das autoridades competentes. É uma acusação que rejeitamos. A nossa posição não resulta de qualquer alinhamento político, mas da análise que fazemos dos factos e de um princípio simples: o bom senso.
Se a nossa opinião coincide com a das autoridades, quando estas apresentam argumentos que consideramos fundamentados, não temos qualquer razão para fingir o contrário. Não precisamos de discordar da Câmara para provar que somos independentes. Precisamos, isso sim, de continuar a pensar pela nossa própria cabeça, tal como temos feito ao longo de todos estes anos que temos andado por aqui.
