Os nossos autores escrevem com inteira liberdade intelectual e são responsáveis pelas suas opiniões, sem qualquer condicionamento político, partidário ou pessoal. Essa independência é um princípio do qual não abdicamos e que continuará a orientar o nosso trabalho.
Nos últimos tempos, temos constatado um aumento de tentativas de pressão para que este espaço editorial assuma um papel de confronto sistemático com a Câmara Municipal de Cascais e com o seu executivo. Há quem pretenda transformar um órgão de reflexão num instrumento de combate político ou pessoal, esperando que publiquemos críticas gratuitas, desprovidas de fundamentação ou movidas por agendas que nada têm a ver com o interesse público.
Essa não é, nem será, a nossa missão.
É igualmente evidente que parte dessas pressões provém de pessoas que, em diferentes momentos, estiveram próximas ou integraram projetos ligados à governação local e que, por razões diversas, deixaram de o fazer. Não nos compete julgar os motivos desses afastamentos, nem alimentar ressentimentos que possam deles resultar. Também não permitiremos que eventuais desavenças pessoais sejam transportadas para as páginas desta publicação.
O Cascais em Reflexão não será palco de ajustes de contas, nem veículo para campanhas de descredibilização motivadas por animosidades individuais. Da mesma forma que não hesitaremos em publicar análises críticas quando estas forem sustentadas por factos, argumentos e pelo interesse dos munícipes, recusaremos sempre a crítica pela crítica, o ataque gratuito ou a insinuação como método de intervenção pública.
A todos os que acompanham o Cascais em Reflexão, deixamos uma garantia: continuaremos a pautar a nossa atuação pela independência, pela honestidade intelectual e pelo respeito por todos os intervenientes da vida pública, independentemente das suas funções, filiações ou posições políticas.
Seremos, como sempre procurámos ser, um espaço de reflexão livre, responsável e comprometido exclusivamente com o interesse de Cascais.
